Brasil e México estão bem próximos da medalha de ouro da Olimpíada.
Enfrentam-se neste sábado, às 11h, na final do torneio masculino de futebol.
Iguais no sonho, mas totalmente diferentes quando o assunto é o valor de cada
elenco.
O grupo da seleção, que tem nomes de peso como Thiago Silva, Oscar e
Neymar, é avaliado em cerca de R$ 720 milhões, de acordo com dados do site
Transfermarkt.
Já o da seleção
mexicana não passa dos R$ 80 milhões. Uma diferença de R$ 640 milhões. O
jogador mais caro do México está avaliado em R$ 12,3 milhões.
Trata-se do atacante Giovani dos Santos, que não estará na final por causa
de uma ruptura muscular de grau um na coxa direita, e levará cerca de duas
semanas para se recuperar.
Já do lado brasileiro, se algum clube do exterior quiser pagar pela
contratação de Neymar, tem de desembolsar cerca de R$ 160 milhões para pagar a
multa contratual. Ou seja, duas vezes o valor do elenco mexicano.
Thiago Silva, Oscar e Lucas já mostraram na prática que valem o quanto
são estipulados. O Paris Saint-Germain, que conta com um fundo de investimento
do governo qatariano, não poupou dinheiro.
O clube francês pagou R$ 105 milhões pelo zagueiro e R$ 108,3 milhões
pelo meia-atacante. Com este último, marcou a transação mais cara do futebol
brasileiro. Já Oscar foi vendido para o Chelsea por quase R$ 80 milhões.
O jogador com o menor preço entre os brasileiros é o zagueiro Bruno
Uvini, avaliado em R$ 2,5 milhões, seguido pelo goleiro Neto (R$ 7,4 milhões),
da Fiorentina.
E se Neto jogasse no México, ele seria o terceiro atleta mais valioso
entre os 18 convocados, atrás apenas de Giovani dos Santos e Marco Fabián. E
trata-se de um goleiro que, antes do início da Olimpíada, era reserva.
Por: Folha de São Paulo e Uol

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