quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Corinthians pode garantir supremacia brasileira no Mundial de Clubes

"O Corinthians é Brasil no Mundial de Clubes!" A frase é clichê e não cai bem nos ouvidos dos rivais, mas faz todo o sentido porque pode estabelecer a supremacia do futebol brasileiro na competição. Caso o Timão retorne do Japão com a taça, o Brasil passará a ser o país com mais títulos do Mundial, desde que foi disputado pela primeira vez, em 1960, no formato simples de confronto entre os campeões sul-americano e europeu.
Hoje, Brasil, Argentina e Itália têm nove títulos cada um. Os hermanos destacam-se com os papa-títulos de Libertadores, Boca Juniors com três triunfos, e Independiente, com dois. Já os italianos são amparados pelo Milan, o maior campeão mundial de todos os tempos, com quatro conquistas. Espanha e Uruguai têm dois, cada um.
A Inglaterra, do também favorito Chelsea, disputou nove finais, mas só venceu duas, com o Manchester United, em 1999 e 2008.
Para o historiador e colunista do LANCE!Net, Roberto Assaf, os alvinegros terão a difícil missão de recolocar o futebol brasileiro como um dos mais temidos do planeta.
– O Santos de Pelé deu uma grande visibilidade para nosso futebol. Se passarmos esta marca, seremos o país com mais campeões. O momento também é propício. Dizem que estamos em decadência, atrasados... Daremos um passo à frente e vamos contribuir para acabar com essa mania de falarmos mal do nosso futebol – explicou.
A chance de alçar o Brasil para o topo já foi desperdiçada por compatriotas. Nos dois últimos anos, Internacional e Santos sucumbiram no torneio. O Colorado, aliás, perdeu para o Mazembe, do Congo, na semifinal, e protagonizou uma das maiores zebras da história da competição, em 2010. Já o rival alvinegro foi derrotado por 4 a 0 pelo poderoso Barcelona de Messi, Xavi e Iniesta, na final.
Para o também historiador Celso Unzelte, o triunfo do Timão poderá apagar essa má impressão.
– Será uma marca importante e um privilégio. Ainda mais após a depressão pela qual passamos no ano passado pela maneira que o Santos perdeu para o Barcelona. A força do nosso futebol de clubes passou a ser questionada. Se tudo der certo, daremos uma boa amenizada nisso.
Informações opovo.com

Luis Fabiano é expulso, e São Paulo segura empate sem gol com Tigre na Bombonera

Tricolor fica no 0 a 0 em La Bombonera e decide a Sul-Americana no Morumbi
A catimba argentina equilibrou as coisas e ajudou o Tigre a parar o favorito São Paulo na primeira partida da final da Copa Sul-americana, na noite desta quarta-feira. Muito porque o atacante Luis Fabiano caiu em provocação e foi expulso no começo, juntamente com o zagueiro adversário Donatti. Com pouquíssimas chances de gol, a partida em La Bombonera terminou 0 a 0.
O jogo decisivo será daqui a uma semana, no Morumbi. O clube anunciou que a carga inicial de 64 mil ingressos se esgotou, mas novos bilhetes podem ser colocados à disposição. Nos quatro jogos até aqui em seu estádio na competição, o time tricolor, que tem a melhor defesa, não foi vazado nem sequer uma vez.
Para ser campeão, o São Paulo precisa de uma vitória simples. Como na final o gol marcado como visitante não é critério de desempate, qualquer empate na capital paulista força prorrogação. Em caso de nova igualdade, o troféu será decidido nos pênaltis.
Ney Franco havia preservado os titulares do clássico contra o Corinthians para chegar com força máxima nesta quarta-feira. Luis Fabiano, porém, tratou de atrapalhar os planos. Logo aos 13 minutos, o atacante envolveu-se em confusão e, após levar um soco de Donatti no braço, tentou acertar o zagueiro com as travas da chuteira. O árbitro conteve o tumulto expulsando os dois jogadores.
Nenhum dos treinadores mexeu na equipe por isso, já que tinham dois jogadores nos respectivos setores prejudicados. O São Paulo tinha Lucas e Osvaldo, sendo que os suplentes habituais, Willian José e Ademilson, tinham sido cortados do banco de reservas em Buenos Aires.
O jogo continuou quente no primeiro tempo, e Maggiolo estranhou-se com Rafael Toloi. Além de trombadas e provocações, o zagueiro brasileiro se queixou de soco na boca, dentro da área ofensiva. Osvaldo e Jadson foram outros são-paulinos caçados pela marcação. O atacante ficou com a canela direita marcada e sangrando. “Estão vindo na maldade”, disse, no intervalo.
Reclamar foi a tônica após um primeiro tempo em que o São Paulo teve muito mais posse de bola, mas encontrou um adversário, além de faltoso, muito bem postado defensivamente. A melhor chance da etapa inicial saiu quando Luis Fabiano ainda estava em campo. Em condição legal, ele recebeu passe com liberdade dentro da área e chutou rasteiro, em cima de Albil.
O goleiro só voltou a trabalhar aos 26 minutos, quando o volante Denilson arriscou arremate de longa distância. A bola, a princípio, parecia fácil, mas quicou à sua frente e o obrigou a fazer complicada defesa. Com um tapa, ele a tirou para escanteio e, de novo, evitou a inauguração do placar.
Pelo lado argentino, o único jogador a preocupar era Botta. Ágil, ele deu algum trabalho pela ponta direita. O problema é que, apesar da velocidade do atacante, o Tigre não soube aproveitar os desarmes. Sem armação eficiente no meio-campo, a equipe mandante não conseguiu contra-atacar como queria.
O segundo tempo foi diferente, e os argentinos mostraram um pouco mais suas garras. Povoando bem mais o campo de ataque, o Tigre se valeu de consecutivas bolas levantadas à área. A pressão pendurou praticamente toda a defesa do São Paulo: os zagueiros Rafael Toloi e Rhodolfo e o volante Denilson levaram cartão amarelo por faltas cometidas.
Ney Franco sacou Jadson e promoveu a entrada de Cícero. A substituição aumentou a estatura da equipe são-paulina, mas pouco contribuiu ofensivamente. Até porque, nas vezes em que tomava a bola, o time brasileiro se livrava dela rapidamente. Tanto que Albil pouco trabalhou na etapa final. Sem risco para os dois lados, a decisão ficou para o Morumbi.
Gazeta Press

Vitória perde, mas está na final da Copa do Brasil Sub-20

Gol fora de casa valeu a classificação
Na noite desta quarta-feira (05), no Estádio Passo D´Areia, em Porto Alegre, o Grêmio venceu o Vitória, por 2 a 1, na partida de volta da semifinal da Copa do Brasil Sub-20, mas quem se classificou para a decisão foi o time baiano, que havia vencido em casa, na ida, por 1 a 0.
Os gremistas saíram na frente logo aos dois minutos, com Gérson, de cabeça. No segundo tempo, já aos 44 minutos, Lucas Coelho recebeu dentro da área e bateu no canto do goleiro, aumentando a vantagem gaúcha, o que dava a classificação a seu time. No entanto, nos acréscimos, aos 46 minutos, Agdon, de cabeça, descontou e garantiu a vaga aos baianos.
O Vitória irá enfrentar o Atlético Mineiro na decisão da competição, que vale ao campeão vaga na Copa Libertadores da América da categoria, em 2013.
Por Vinicius Fernandes Batista - FUTNET

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Recorde: nove equipes terminam o Brasileirão sem trocar de técnico

Dança dos treinadores foi menos intensa nesta temporada que em todos os outros campeonatos da era dos pontos corridos: 20 mudanças no total
A velha máxima de que time que está ganhando não se mexe valeu também para quem comandou as equipes na Série A. No Brasileirão 2012, nove clubes terminaram a competição com o mesmo técnico que começou o trabalho em maio, o que é um recorde na era dos pontos corridos. Até então, o máximo de times com o mesmo comando do início ao fim havia sido das temporadas 2008 e 2011, quando sete técnicos mantiveram o emprego.
Os times que não mexeram seguirão na Primeira Divisão em 2013. Os três primeiros não mexeram no comando: o campeão Fluminense, de Abel Braga, o vice Atlético-MG, de Cuca, e o terceiro colocado Grêmio, de Vanderlei Luxemburgo. Entre os times que asseguraram vaga na Libertadores 2013, apenas o São Paulo mudou de técnico durante a competição. Ney Franco assumiu o cargo que foi de Emerson Leão.
O Corinthians, de Tite, campeão da Libertadores, também não teve motivo para mudar, já que o Brasileiro foi tratado como um grande teste para o Mundial de Clubes. O Botafogo, de Oswaldo de Oliveira, o Santos, de Muricy Ramalho, o Náutico, de Alexandre Gallo, e a Portuguesa, de Geninho, preferiram a manutenção do trabalho e, mesmo sem campanhas brilhantes, todos permaneceram na elite nacional. Por fim, o Cruzeiro até anunciou que Celso Roth não seria mais o treinador para a próxima temporada, mas ele manteve o emprego até a última rodada. A Raposa terminou em nono lugar geral.

Outro recorde foi o total de número de trocas que a Série A deste ano superou a do ano passado: 20 contra 22. Quem mais fez mudanças foram justamente os clubes que foram rebaixados ou sofreram até o fim para não cair. O recorde ficou com o Atlético-GO, que começou com Adilson Batista, apelou para Hélio dos Anjos, efetivou Jairo Araújo, chamou Artur Neto para tentar o milagre e, por fim, fechou o campeonato novamente com Jairo Araújo, agora apenas como interino. O Figueirense teve Argel Fucks, coincidentemente também Hélio dos Anjos e Márcio Goiano, mas também fechou a temporada comandado por um interino: Fernando Gil. Pelo Sport, passaram Vagner Mancini, Waldemar Lemos e Sérgio Guedes.
Dos rebaixados, só o Palmeiras fez apenas duas trocas: Felipão deu lugar a Gilson Kleina, que seguiu no cargo até o fim. Outro clube que mexeu muito no comando técnico, mas acabou se salvando da Série B na última rodada foi o Bahia. Falcão, Caio Júnior e Jorginho estiveram no comando do Tricolor em 2012.
Por Rodrigo Breves e Roberto Teixeira

São Paulo inicia luta por título da Copa Sul-Americana

Os são-paulinos chegam para o primeiro jogo cientes da tradição infinitamente superior
O ano de 2012 parecia perdido para o São Paulo. Eliminado das principais competições, o time parecia fadado a amargar mais um ano sem títulos enquanto todos os rivais levantaram troféus. Mas a sorte mudou e agora o clube tricolor está a dois jogos de conquistar pela primeira vez na sua história a Copa Sul-Americana, um torneio que há bem pouco tempo atrás era visto como de menor valor em comparação especialmente à Copa Libertadores, considerada um xodó no Morumbi. Quis o destino que a competição virasse uma tábua de salvação da temporada e tanto jogadores quanto torcida abraçaram a causa e trataram o desafio como de vida ou morte.
O ato final da jornada começa nesta quarta-feira, às 21h50, no mítico estádio La Bombonera, do Boca Juniors, em Buenos Aires. Mas do outro lado não serão os temidos xeneizes, mas sim o antes desconhecido Tigre, uma equipe modesta que tem nas seis conquistas da Série B argentina seu ápice, mas que vem surpreendendo e eliminou o favorito Millonarios, na Colômbia, na semifinal.
A campanha tricolor até aqui tem sido marcada pela capacidade da equipe construir o resultado fora de casa e apenas administrar no Morumbi. Foi assim contra o Bahia (vitória por 2 a 0, em Salvador), Liga de Loja (empate em 1 a 1, no Equador), Universidad de Chile (vitória por 2 a 0, em Santiago) e Universidad Católica (igualdade em 1 a 1, também na capital chilena). Na final, no entanto, o critério do gol marcado fora de casa não vale; prevalece o saldo de gols nos duelos. Igualdade leva à prorrogação e, se necessário, pênaltis.
Empolgação não falta aos brasileiros. Além de já ter garantido a classificação para a primeira fase da Copa Libertadores por meio do Campeonato Brasileiro, os reservas bateram o Corinthians no último domingo e a confiança para o duelo desta quarta aumentou.
O time não terá surpresas e irá com força máxima para o duelo.
Sem pressão
O elenco do São Paulo encerrou sua preparação para a partida contra o Tigre em uma atividade de reconhecimento do gramado do La Bombonera, onde os jogadores fizeram um descontraído rachão. Ney Franco comemorou o espírito tranquilo encontrado na Argentina e acredita que o grupo entrará em campo sem uma pressão exagerada contra o rival de menos tradição no país.
"Sabemos que será um jogo muito difícil. Vimos nos confrontos contra Cerro Porteño e Millionarios que eles têm uma bola parada muito forte e precisaremos trabalhar bastante. Nosso trabalho é o mesmo dos outros confrontos, sempre analisando os adversários e trabalhando forte. Esperamos continuar tendo essa competência", analisou o técnico, que também terá uma nova conversa com o grupo para evitar excesso de reclamações ocorrido na partida de volta contra a Universidad Católica, no Morumbi, pela semifinal da Sul-Americana.
"Isso será muito abordado, especialmente o primeiro tempo, quando tivemos nossos dois volantes pendurados por cartões. Isso não pode acontecer novamente, é algo que não podemos repetir", alertou o comandante.
 Agência Estado

Após confusão, Atlético-MG busca empate com o Bahia e se garante na final

Bahia e Atlético-MG fizeram uma partida tumultuada nesta terça-feira, no estádio Pituaçu, em Salvador, válida pela semifinal da Copa do Brasil sub-20. No final, o empate por 1 a 1 garantiu a equipe mineira na grande decisão da competição nacional, já que o Atlético-MG havia triunfado por 2 a 0 na partida de ida, no Independência, em Belo Horizonte.
O duelo desta terça-feira em Salvador teve um começo bastante conturbado, já que alguns refletores do estádio Pituaçu estavam desligados. O Atlético-MG relutou, mas acabou cedendo e aceitou o inicio da partida.
Quando o relógio marcava sete minutos de jogo, o goleiro atleticano Paulo Victor falhou em uma saída de bola pelo alto, e o atacante Rafael balançou a rede, abrindo o placar para os anfitriões. Depois do lance, o goleiro e os jogadores do Atlético-MG voltaram a pedir o adiamento do confronto, alegando que a iluminação no estádio não era suficiente. O árbitro, então, ameaçou aplicar um W/O caso o time mineiro não jogasse.
No momento em que a bola voltou a rolar, o Bahia teve algumas chances para ampliar o marcador, mas desperdiçou as oportunidades. No segundo tempo, o Atlético-MG acabou com as esperanças dos baianos.
Aos 18 minutos, Paulinho acertou um lindo chute de fora da área, no ângulo, e decretou o empate em Salvador. O gol foi um balde de água fria no time do Bahia, que não teve forças para reagir. Desse modo, o Atlético-MG administrou o empate, que garantiu os mineiros na grande decisão.
O Atlético-MG, agora, aguarda a definição de seu adversário na final. Nesta quarta-feira, o Grêmio recebe a equipe do Vitória, em Porto Alegre. No confronto de ida, no Barradão, o Vitória triunfou por 1 a 0. Assim, os baianos se classificam com um empate fora de casa.
Por ESPN.com.br

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Chelsea chega a acordo com Flu e confirma a contratação de Wallace

O Fluminense já dava como certo, mas a venda do lateral direito Wallace ainda dependia de alguns detalhes burocráticos. Após seguidas reuniões entre representantes dos dois clubes e do próprio atleta, o Chelsea utilizou o seu site oficial para confirmar a compra dos direitos do jogador brasileiro, de apenas 18 anos, nesta terça-feira.
A ida de Wallace para Londres será realizada apenas no meio da temporada 2013. Como o Campeonato Inglês já está em disputa, a diretoria espera aproveitar o jovem atleta no começo do torneio 2013/2014. Desta forma, o Fluminense contará com a presença do lateral para a disputa de boa parte da Copa Libertadores e do Carioca.
Envolvido na negociação com o meia Deco, o brasileiro já tinha 40% dos seus direitos econômicos adquiridos pelo Chelsea. O restante foi comprado nesta terça-feira pelo montante de 5,5 milhões de euros (cerca de R$ 14,3 milhões). O fator determinante para a sua aquisição foram as boas apresentações ao longo do Campeonato Brasileiro deste ano.
Apontado como uma das revelações da Série A, Wallace fez a sua estreia pelo Fluminense com 17 anos. O jogador também já atuou pelas categorias de base da Seleção Brasileira e foi campeão do sul-americano sub-17, em 2011. A sua presença é esperada na apresentação do time canarinho sub-20, que iniciará a preparação para o Sul-americano da categoria ainda neste mês.
Gazeta Esportiva

Alvo do Fluminense, Nei não renova com o Internacional e deixa o clube

A passagem do lateral-direito Nei pelo Internacional terminou após 157 partidas e cinco gols em três anos de clube. O vínculo do jogador com o Colorado, que se encerraria em 31 de dezembro, não foi renovado e ele está livre para negociar com qualquer outro clube - o Fluminense já havia demonstrado interesse no seu futebol.
Nei vinha sendo muito contestado pela torcida neste ano e o Internacional chegou a contratar Edson Ratinho para "pressionar" o camisa 4, titular absoluto da posição. Como Ratinho não agradou, Nei seguiu entre os 11.
O último jogo do agora ex-camisa 4 pelo Inter foi diante do Náutico, na derrota colorada por 3 a 0, na 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. Ele foi afastado justamente após esse jogo, em razão do imbróglio envolvendo a sua renovação.
Sem Nei, o Inter terá de buscar um lateral-direito para ser o novo dono da posição, já que existe a possibilidade de Edson Ratinho também não ter o seu vínculo com o clube renovado.
Lancepress!

Santos diz que já fechou com Montillo, mas empresário do jogador nega acerto

Vice-presidente do clube revelou contrato de três anos, mas empresário ainda não confirmou o acerto
Em busca dos reforços para a temporada 2013, o Santos aperta o cerco em cima do meia argentino Montillo, que defende o Cruzeiro. Nesta terça-feira, o vice-presidente do clube do litoral, Odílio Rodríguez, afirmou que com o atleta já está tudo acertado, faltando apenas as tratativas com o time mineiro.
 “Acertamos um contrato com o jogador e seu empresário. Ele tem um ótimo relacionamento com nossos jogadores, queria jogar no Santos e o Muricy (Ramalho) gosta muito dele. O contrato é de três anos, mas precisamos acertar alguns pontos”, disse Odílio, em entrevista à Rádio Estadão ESPN.
Apesar da declaração do santista, no entanto, o empresário de Montillo, Sérgio Irigoita, nega qualquer tipo de definição ou até mesmo conversa com os representantes do Peixe.
Na segunda-feira, o presidente Luis Alvaro de Oliveira já havia admitido o interesse santista. Para conseguir a sonhada aquisição, o Alvinegro contaria com a ajuda do banco BMG para comprar os 60% do meia que pertencem ao time da Toca da Raposa, sendo que 20% já são do BMG e outros 20% são de um grupo de investidores.
Por ig.com

Inter fecha Brasileirão com sua pior campanha e sem marcar nos últimos cinco jogos

Inter terminou em 10º lugar, mas fez menos pontos do que na campanha de 2007
Se o empate no Gre-Nal derradeiro do Olímpico agradou, o contexto do final de participação do Internacional no Brasileirão não. Com apenas 52 pontos em 38 rodadas, o clube fez sua pior campanha desde que o campeonato passou a ser disputado por 20 equipes.
Em 2007, em um misto de ressaca pelo título do Mundial e transição de comissão técnica, o Inter acabou em uma posição pior na tabela: foi 11º colocado. Mas com dois pontos a mais do que agora, quando encerrou sua participação na 10ª posição. Dados que justificam a empolgação com o resultado do clássico.
“Esse Gre-Nal é o que fica de 2012 para 2013. O espírito do time, a maneira como a gente jogou”, disse o zagueiro Rodrigo Moledo. “O que fica é este jogo”, completou.
Comandado por três técnicos ao longo do Campeonato Brasileiro, o Inter conseguiu apenas 13 vitórias. Empatou outros 13 jogos e perdeu 12. Marcou 44 gols e sofreu 40. Parou de balançar as redes em outubro, quando venceu o Palmeiras por 2 a 1.
De lá para cá cinco jogos com ataque em branco. Quatro derrotas seguidas e o empate na casa do rival, com dois jogadores a menos durante quase todo o segundo tempo.
“Tomara que o ano que vem seja melhor, nosso grupo é muito bom. Unido, trabalhador e pode ir bem mais longe do que foi nesta temporada”, disse o meia D’Alessandro.
De férias a partir desta segunda, o Internacional primeiro precisa definir o nome de seu novo técnico. Dunga ainda é o ficha um, inclusive com um acerto encaminhado.
Por Jeremias Wernek Do UOL