No Beira-Rio e no Olímpico o
assunto entre os jogadores é um só: a ambição pelo título brasileiro
Nunca
antes desde a transformação do Brasileirão em pontos corridos, em 10 anos de
campeonato, a Dupla arrancou tão bem. Ao cabo da terceira rodada, se o Inter
amealha sete pontos, o Grêmio o persegue com seis, um indicativo de que nasce
um Gre-Nal pelas posições da frente. Antes, quando um deles se fixava entre os
primeiros, o outro patinava. Agora, ambos ocupam a parte confortável da
gangorra. Não há flauta a tocar.
O que
aconteceu? No vestiário do Beira-Rio corre um alerta: nos últimos seis anos, em
três deles o Inter deixou escapar um título devido à falta de alguns inocentes
pontinhos ao final. Foi assim em 2005, ao chegar três pontos atrás do campeão
Corinthians. No ano seguinte, o Inter foi vice, embora a nove pontos do líder
São Paulo. Em 2009, o então time de Mário Sérgio chegou a apenas dois pontos do
campeão Flamengo.
— Os
campeonatos perdidos por detalhes nos últimos anos são assunto diário entre os
jogadores — garante Luciano Davi, vice de futebol do Inter.
Com
quatro clássicos seguidos logo de início, o Beira-Rio previa dificuldades:
Flamengo (empate em 3 a 3), São Paulo (vitória por 1 a 0), e faltam o
Fluminense e o Botafogo.
No
Olímpico, o presidente Paulo Odone atribui o momento à ideia de chegar à Arena
com o título brasileiro ou a classificação à Libertadores.
— Está
um ambiente motivado. Os jogadores têm a ambição de título, é o perfil do grupo
— garante Odone.
ZHESPORTES
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